08 junho 2008

Já em Barcelona

Olá a todos!

Este é um post "marco", só para dizer que já cheguei em Barcelona!

A viagem foi tranquila, sem problemas ou contra-tempos até a minha chegada em Barcelona, porque meu vôo chegou às 10:45 e a minha bagagem só chegaria no vôo das 14:35 devido a problemas em Lisboa.

Genaro foi me buscar no aeroporto, fomos à casa de Polho e depois voltamos ao aeroporto para buscar as duas bagagens atrasadas.

Por volta das 18:00 (horário de Barcelona, que são 5 horas a mais que o horáriode Brasília devido ao horário de verão por aqui) cheguei definitivamente à casa de Polho, e aproveitei pra mandar essas notícias.

Até a próxima!

06 junho 2008

Insônia e um ensaio para o exercício do desprendimento

Hora de começar a levantar as ancoras, recolher as amarras e fazer o barco mudar de porto! Parece fácil, mas não é!

Estou aqui, às duas da manhã, sem sono (talvez ansioso, e como não, né?), ontem dormi uma da manhã e acordei cinco e meia. Tava escrevendo algumas cartas, atualizando o blog com o post “Meu nome não é Johnny...” e passeando um pouco no Orkut e vendo coisas que vou “perder” por estar longe: desde a formatura de Faichaum até as panzonadas na Companhia da Pizza (ontem foi a de despedida, só que eu não estava podendo beber do vinho. Mas a tradição de ao menos comer de um panzone gramute e um panzone pizzaiolo eu mantive).

Vendo a comunidade dos “Incríveis de 1992” (minha turma do segundo grau no Colégio 2 de Julho), fiquei pensando em quantas oportunidades perdemos de nos reunir mais uma vez (o mega reencontro no Tijuana foi realmente sensacional)... Mag, ficarei devendo o vinho!

No domingo passado fiz um bazar que acabou virando leilão. Me desfiz de meus CD (cerca de 200), alguns livros, caixas de ferramentas, mochilas, etc. Coisas que certamente não me farão falta nessa nova jornada (ou que me dariam muito trabalho pra levar). Muitos me perguntaram como se faz pra se “desprender” de suas coisas assim...

Já passei por situações parecidas com essa... Às vezes quando vamos ao “fundo do poço” acabamos por exercitar um pouco disso, jogamos algumas coisas fora, procuramos esquecer... Mas dessa vez é um pouco diferente...

Nesse meu “desprendimento” acabei plantando sementes: Juli vai acampar, Cris ta curtindo muito o som dos Counting Crowes, Teteu deverá tomar umas multas de velocidade, Luiz conseguiu sucata de informática para os alunos em suas aulas, a casa de Bart e Josie agora tem ferramentas (TRAMONTINA), Dinho vai decifrar as Digitais dos Deuses, e por ai vai...

O outro aspecto do desprendimento é: começar novamente! Novas compras virão! Me apegarei a outras coisas! Quem sabe lá eu não monto um esquema melhor pro meu “Home-Studio” e finalmente termino as músicas que já vão fazer alguns anos e ainda não estão acabadas... Quem sabe assim não contribuirei mais com Murillo e a turma do Kompoz!

Desprendimento também do idioma... “Aprendendo a falar” novamente... Novas músicas, novas poesias, novos filmes, novos seriados (recomendo “Los Simuladores”! Gostei muito). Definitivamente, aprenderei a observar outras visões do mundo!

Agora, de forma nenhuma nesse exercício de desprendimento quero me “desprender” de meus amigos! Essas pessoas que, por menos que achem, me influenciaram com palavras, opiniões, uns com mais freqüência, outros com menos, mas é muito difícil quantificar isso tudo! Quando mais se “desprender” disso!

Então fica aqui a dica: faz o bem aos seus amigos, aos que estão próximos e que você quer bem! Sendo assim, certamente esse bem acaba voltado e o “desprendimento” acaba gerando frutos!

28 maio 2008

Meu nome não é Johnny, mas...

Ontem recebi um e-mail de minha amiga Mikie no mínimo curioso. Era o convite do aniversário de seu filho mais velho, João Pedro “Tatuga”. Pelo fato de agora ela morar em outro estado (São Paulo) e pela proximidade de minha viagem, não poderei ir.
Então, resolvi escrever um e-mail para ela agradecendo o convite, mas informando a minha impossibilidade de participar.

Lembro que fui ao primeiro aniversário de “Tatuga”, uma festa muito bonita e divertida no salão de festas do prédio de Vivi! Lembro de ter ficado até o final da festa para ajudar na arrumação, no pocar dos balões infláveis e no transporte da família Ripardo Almeida para casa. Ainda com pique, na mesma noite, ainda acompanhei a abertura dos presentes (mais por Mikie que por João Pedro)! O presente que dei: uma console de carro com volante, chave, câmbio e buzina! Creio que ele gostou, pois ele era uma criança muito forte e o brinquedo não durou muito.

Lembro de certa vez que Mikie me contou que “Tatuga” estava fazendo terapia, pois estava com comportamento reativo à escola. Mikie contou que, dentre outras coisas, os colegas de João rimavam seu nome com adjetivos pejorativos: João Bobão, João Peidão, João Feião, etc.

Lembro que, sabendo disso, procurei chamar ele de chara e de dizer a ele que ter o nome João era massa, pois João rima com um monte de coisa legal: João Fortão, João Bonitão, João Inteligentão, etc. Disse a ele que também quase ninguém me chamava de João. A maioria dos meus amigos me chamam de Johnny.

Por muito tempo na faculdade (Ruy Barbosa) eu só usava cadernos do Johnny Bravo, tinha (e ainda tenho) adesivo do Johnny Bravo no meu carro, tenho chaveiro do Johnny Bravo (obrigado à Cathy) e até uma estatueta do Johnny Bravo que ganhei de Teteu!
Pois bem, Mikie me mandou uma resposta por e-mail dizendo que eu não deixasse de ligar pra João Pedro no dia do seu aniversário, porque ele tem boas lembranças de mim e diz que quer que os amigos dele também o chamem de Johnny, “igual a Tio Johnny!”...

Claro que vou incrementar essa influência! Não pela “marca” deixada, mas pelo bem de servir de exemplo, bom exemplo, para uma criança fantástica como “Tatuga”!

(Obs.: esse post foi originalmente escrito à mão enquanto eu esperava (por três horas) ser atendido na Receita Federal para depois o cara que me atendeu dizer que eu não precisava ter pego a tal fila, bastava me dirigir diretamente ao sexto andar do prédio! Ele foi transcrito para o blog na madrugada do dia 6/Junho)

27 abril 2008

Uma "obrada" na arte

Um belo dia estava eu com os outros “donos do sindicato” e Faichaum na Cia da Pizza, quando reparamos algo de entranho numa obra de arte que estava pendurada na parede ao lado da mesa onde estávamos:



O que nos chamou a atenção inicialmente foi o fato de que a bandeira do Brasil estava “de lado”. Foi então que notamos que as bandeiras da Alemanha, de Portugal e da Espanha estavam giradas. E mais, segundo a nossa teoria, o que achávamos ser a bandeira da França era na verdade a da Holanda, e a da Holanda (que achávamos estar de ponta-cabeça) era a da França!

Fazendo uma investigação mais apurada, percebemos que cada tela quadrada que representava uma bandeira não estava presa às outras. Ou seja, a única coisa que ditava o posicionamento dos quatros era a imagem do jogador. Que não estava tentando dar uma de beque grosseiro e cabecear a bola com o pé tão alto. Na verdade, ele estava era tentando dar uma bicicleta!



Olha como as bandeiras que estavam erradas ficaram logo corretas!

Imaginamos que depois da limpeza, provavelmente alguém que além de não entender nada de futebol também não entendia nada de bandeiras de países teve que recolocar os quadros no lugar!

Ao menos, tal atitude gerou frutos! Demos boas risadas discutindo a “obrada” de arte que fizeram com o quadro.



Para aqueles que quiserem conferir, o quadro fica no salão que fica após a entrada dos banheiros.

03 dezembro 2007

RiSE Summer School on Software Reuse

Estive em Recife do dia 29/Nov ao dia 02/Dez no RiSE Summer School on Software Reuse, a convite da área de RH da CPM Braxis para fazer uma breve apresentação sobre a CPM Braxis e sobre uma ferramenta que ela desenvolveu e usa em sua fábrica de software para aumentar a produtividade da codificação.

A viagem foi legal e nela tive a companhia de velhos e novos amigos. Tivemos tempo (e disposição) para alguns passeios (todos à noite, nada de praias) por Recife e Olinda.

Quanto ao aspecto do seminário em si, achei interessante poder assistir a seis diferentes pontos de vista sobre reuso em engenharia de software, por pessoas bem distantes de nosso mercado (foram dois palestrantes europeus, três norte-americanos e um canadense).

Seguem algumas fotos: