28 outubro 2007

"Noite Gramadense" na casa de Leitinho



Depois de uma longa temporada sem eventos desse tipo, realizamos uma "Noite Gramadense" na casa de nosso amigo Rafael Leitinho.

Segundo a convocação, deveríamos chegar a partir das 17:00 na casa dele para começar os preparativos do jantar.



Participaram do evento: eu, Michelle, RaPHael, Lorena de PH, Rafael Leitinho, Karine, Leozinho, Éder e Matheus.

O cardápio do jantar incluia: carne vermelha (filé) e peito frango para prepararmos na pedra, geléias de maracujá e de uva e molhos preparados para o evento: rosê, tártaro e mais dois (que esqueci agora porque não comi deles).

Detalhe para a inovação tecnológica de Leitinho, que transformou a banheira de Leozinho numa "Freeza" de primeira categoria!



Destaque especial para os tios e tias babões, que tanto ajudaram na distração de Leozinho durante o evento!





Sempre com muita conversa durante os preparativos, providenciamos o corte das carnes e os molhos.



Um dos molhos, inclusive, ganhou uma porção mais que generosa de sal, quando as senhoras que estavam a prepará-lo deixaram o saleiro cair aberto no liquidificador! Sorte que não tínhamos nenhum hipertenso no jantar!



Fizemos duas sangrias diferentes: uma com vinho, suco de laranja e de limão e rodelas de laranja e limão; outra com vinho, soda e pedaços de maçã. Eu, particularmente, preferi a segunda.



Terminados os preparativos (lá pelas 20:00), hora de acender os fogareiros e começar a parte mais gostosa do evento: COMER!!!







Eu, que gosto de misturar sabores doces com salgados, achei que a melhor combinação foi a de comer carne com a geléia de maracujá. O sabor da geleia não era tão forte quanto à de uva... Não curti muito nem com o molho rosê nem com o tártaro. Se bem que, passado o tempo, o prato que eu e Michelle usávamos já estava com uma mistura de geléias e molhos que não dava pra distinguir muita coisa não...



Todos satisfeitos com as carnes, ainda restavam um pudim e uma calda de chocolate para comer com frutas. Eu não comi nada disso, porque não aguentava mais comer!!!



Fim da noite, todos de barriga cheia!



E que venha o próximo jantar!

20 outubro 2007

E porque não, uma Bruschetta!



Da wikipedia:

Antepasto italiano feito à base pão, que é tostado em grelha com azeite e depois esfregada com alho. Há diversas variações, sendo bastante conhecida a bruschetta de tomate, que leva por cima da fatia de pão, tomates e manjericão.


Bem, como já está virando tradição também (não é só o Hot Dog Festival não!), marquei para sair uma noite para jogar conversa fora com a minha amiga A. C. (Ana Carla)!

A primeira vez que fiz isso, foi quando tive que faltar à sua festa de "Open House". Na ocasião, prometi a ela que na impossibilidade da minha presença na festa, eu iria fazer uma visita exclusiva! No dia da visita, acabei dando carona a A. C., que me confessou não ter nada na casa dela para comermos... Então passamos na Perini e acabamos comprando pão em formato de bola, os condimentos e uma garrafa de vinho, com o intuito de fazer a tal bruschetta.

Lembro-me bem que foi uma noite extremamente agradável, tanto no preparo das bruschettas quanto na degustação.




Dessa vez não foi muito diferente!

Tanto eu quanto A. C. (vide o testemunho que ela me fez no Orkut em 06 de novembro de 2004) temos uma relação muito legal. Primeiramente, ninguém da nossa turma diria que nós manteríamos o contato ou a amizade. Eram muitas diferenças na época em que nos conhecemos. O tempo foi passando, as diferenças diminuindo, e os encontros esporádicos continuaram, sempre com muita conversa!

Testemunho de Ana Carla: (06-Nov-2004)
Johnny é um graaande amigo.
Disciplinado, organizado, prudente, pontual...quase tudo o que eu não sou. Mesmo assim, há alguma coisa muito forte que nos une e, seja lá o que for, nos mantém conectados mesmo que passemos meses sem nos falar.
Conte sempre comigo, meu amigo.
Bjs, A.C.


Faço minhas as suas palavras minha velha (ou não tão velha assim) amiga! Conte comigo sempre, estejamos onde estivermos!

13 outubro 2007

Num futuro talvez não muito distante...

Outro dia, pensando num problema do trabalho, procurei inventar uma história (ou um contexto) baseando-me numa analogia. Acho que isso às vezes facilita enxergarmos a situação sob um ponto de vista diferente do que estávamos habituados.

...

Imagine você hoje chegando a uma loja de venda de automóveis com o objetivo de comprar um carro. Ao chegar, o vendedor lhe pergunta imediatamente o que você deseja. Sem pestanejar, você responde que precisa de um carro.

O vendedor, profissional especializado em venda de carros, então, lhe pergunta para que você precisa de um carro. Normalmente pensaríamos porque cargas d’água ele fez essa pergunta, mas, dependendo da sua resposta, ele pode lhe indicar um tipo de carro mais confortável, ou mais econômico. Se você quer um carro agora, precisa de algum que esteja à mão, no pátio ou a caminho da loja, não daria pra ser por encomenda (do jeitinho que você deseja, cor, opcionais, etc.) porque iria demorar muito.

Na verdade – você responde – eu quero um carro barato, econômico e confortável, que não demore muito de chegar, mas que eu possa escolher alguns opcionais que não são tão comuns de se ver nos carros que já estão no pátio prontos para venda.

Ok então – diz o vendedor – acho que tenho o carro bem do jeito que você quer!

O vendedor, então, lhe encaminha a um show-room para lhe apresentar o carro que você irá comprar e começa a apresentação do produto:

“Esse carro que eu vou te mostrar é um produto novo. Um novo conceito, na verdade. Mas um conceito baseado em estudos científicos visando facilitar a vida daqueles que precisam de um carro para se locomover pelas ruas.”

Ao abrir a porta do lado do motorista, você imediatamente repara que não há volante, e faz aquela cara de desentendido! Deve ser britânico, você imagina! Tecnologia britânica! Passando o olho no banco do carona, nada de volante também! E nesse caminho, seu olhar percebeu também a falta do câmbio e do freio de mão. Será isso um carro mesmo?!

Muito bonito – você afirma ao vendedor – mas, cadê o volante?!

O vendedor então, sorrindo como quem já está cansado de ouvir essa pergunta, responde: pois é! Como eu havia lhe dito, esse carro é revolucionário! Ele não tem volante! Na verdade, ele não precisa de volante. Nem de volante, nem de alavanca de câmbio nem de acelerador ou freio. Basta você entrar nele e dizer pra onde você quer ir e que roteiro você pretende que ele siga que ele, através de um sistema que estamos patenteando, te leva até lá, pelo caminho mais curto!

E tem mais, como a direção é toda automatizada, nós garantimos o menor consumo possível de combustível no trajeto! Isso porque o computador que controla o carro não vai fazer meia-embreagem desnecessária, não vai esticar marcha. Os desgastes dos conjuntos de freios e embreagem também são menores em comparação aos carros convencionais, porque ele nunca precisa fazer frenagens bruscas. Seus sensores estão sempre monitorando o ambiente ao redor do veículo fazendo com que isso seja desnecessário!

Pôxa – você exclama – que interessante! Mas, e se eu quiser tomar o controle do carro?!

Para que você necessitaria tomar o controle do carro – pergunta o vendedor.

Pensando no assunto rapidamente, você verifica que sua necessidade de controle do veículo não é realmente necessária, mas que você já está tão acostumado ao fato de ter controle da situação que esse novo paradigma lhe assusta!

Antes que você respondesse, o vendedor continua: sabe, para ter um carro desses, e para andar nele, você não precisa de habilitação! E lhe garantimos que nunca receberá uma multa ou será responsabilizado por atropelar alguém ou por uma colisão!

E quanto ao modelo, cor e opcionais, eu lhe garanto que entrego o carro bem próximo do que você quer em até uma semana, enquanto os modelos convencionais podem levar até 3 meses pra ficar do jeitinho que seja do seu agrado!

Começando a achar aquilo tudo uma piada ou pegadinha, você começa a olhar ao seu redor procurando uma câmera ou pessoas assistindo a situação, mas não consegue notar nada.

“Vamos supor que eu me interessei pelo carro. E o preço?!”

O vendedor, sabendo que ainda tem muita margem para negociação, diz: pra fecharmos o negócio agora, eu lhe faço esse carro, com os mesmos opcionais do modelo convencional, pela metade do preço do carro convencional!

Ai, então, você tem a certeza: só pode se tratar de uma piada!!!

Deixe-me ver se entendi – diz você – eu vou comprar um carro que vai me custar metade do preço de um carro normal, você vai me entregar ele quase 18 vezes mais rápido que um carro normal, o carro é bastante econômico e eu não vou mais precisar saber dirigir pra usá-lo?!

EXATAMENTE!!! Exclama o vendedor, achando que você gostou do produto.

Você gargalha na frente dele, agradece a atenção e diz que vai querer comprar um carro de verdade: daqueles que demoram de chegar (ou não são bem do jeito que nós queríamos), que você precisa de bastante experiência em direção pra lidar com ele no trânsito urbano e mesmo assim fica à mercê de suas distrações podendo causar pequenos (ou até grandes) acidentes. Um carro que custe mais caro mesmo, porque é o que todos têm e que qualquer mecânico com um bom tempo de experiência em mecânica pode dar uma olhada pra resolver os problemas que ele tenha! Porque você é que tem que ser diferente de todo mundo?

Novamente em Ilhéus...

Praticamente um mês depois da minha última visita a Ilhéus (estive por aqui do dia 11 ao dia 17 de setembro), eis que novamente peguei a estrada pra vir visitar minha irmãzinha Gabi e sua família!

Dessa vez eu vim com Dona Ana, Laís e Léo. Infelizmente, por causa da viagem, deixei de ir ao casamento do amigo PH e deixarei de ir para o aniversário de Teteu amanhã! Fazer o que, né?! Não se pode ganhar todas! :(

A viagem até que foi mais tranquila do que eu imaginava para um feriadão. Acho que o tráfego mais problemático que peguei foi o da BR-324. E olha que saímos de casa às 05:43!

Casa cheia de gente, tempo bom com sol e um churrasco se iniciando assim que chegamos (quase ao meio-dia).



Outro dia conversei muito sobre essa coisa de "aproveitar a família". Tem pessoas que só aprendem a dar valor ao que têm quando perdem (acho que muita gente é assim). Outras acabam acordando para o fato de que nem todos estarão conosco por muito tempo... E passam a procurar a aproveitar mais as oportunidades de conviver, passar tempo junto, etc.

É o que resolvi fazer esse final de semana (de feriado e "dia das crianças"): passar tempo com um pedaço da família que não tenho contato constante! E aproveitar esse tempo juntos para ensinar, para aprender, para me divertir, e, porque não, para guardar um monte de lembranças boas (e fotos) desse momento!

06 outubro 2007

Novo desafio profissional

Como alguns de vocês sabem, ontem foi meu último dia de trabalho no contrato da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) como líder do suporte da área de infra-estrutura na Gerência de Tecnolgia (Getec).

A partir desta segunda, dia 8, começo a trabalhar na Gerência de Inovação da CPMBraxis! Como eu vivo dizendo, temos que tomar cuidado com o que pedimos, pois o "anjo da boca-mole" às vezes escuta e acaba atendendo seu pedido! Fui dizer que queria novos desafios...

Como coloquei no e-mail de despedida, tenho muito a agradecer ao pessoal da Sefaz, em especial ao da Getec, que tanto me apoiou e me deixou tentar inovar. Que me aturou diariamente e me ajudou a crescer como pessoa e como profissional nesses últimos 15 meses.

Lá na Sefaz, tive a oportunidade de ampliar bastante meus conhecimentos sobre infra-estrutura de TI como um todo (sempre fui mais focado em redes de computadores), trocar informações sobre experiências com profissionais que considero altamente qualificados e também de aprender sobre o negócio da Sefaz e suas interações com outros órgãos governamentais e contribuintes. Tudo isso foi de grande valor para mim.

Como não poderia deixar de ser, ontem mesmo cumpri com a minha obrigação social! Paguei minha grade de saída da Sefaz. Foi no Tijuana do Shopping Cidade!

Seguem abaixo algumas fotos do evento:



A Conta! R$87,34! Grade paga, hein Getec?! 18 Bohemias!


Um bride aos novos desafios!!

























05 outubro 2007

O Fenômeno

Hoje foi um dia que resolvi ouvir muitas músicas. Acho incrível como às vezes um pouco mais de atenção na letra (ou na melodia) nos faz lembrar de momentos, acontecimentos, fases... Isso acontece com filmes também!


Por exemplo, não faz tempo que fui perguntado se queria que fizessem minha barba (do rosto mesmo! Hehehe!). Essa pergunta e o momento imediatamente me remeteu ao filme "O Fenômeno" (Phenomenon, 1996), com John Travolta e Kyra Sedgwick.

No filme, lá pras tantas, há uma cena onde ela passa para ver como ele está (e ele está meio acabado nessa hora, sem dormir muito, descabelado e com a barba por fazer), e resolve fazer a barba dele, para que ele fique com uma aparência melhor.

Mas o momento do filme, claro, tem muito mais que só o fazer da barba: tem a confiança um no outro, o carinho, o cuidado, o bem querer, o início de uma intimidade.

Se tiver curiosidade em assistir a cena, achei no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=pYlPKnNnhaw

Gosto do filme, mesmo ele sendo um pouco velhinho (11 anos). Ele me lembra do "Basta Acreditar" (mas isso é papo pra uma outra publicação aqui).