28 maio 2008

Meu nome não é Johnny, mas...

Ontem recebi um e-mail de minha amiga Mikie no mínimo curioso. Era o convite do aniversário de seu filho mais velho, João Pedro “Tatuga”. Pelo fato de agora ela morar em outro estado (São Paulo) e pela proximidade de minha viagem, não poderei ir.
Então, resolvi escrever um e-mail para ela agradecendo o convite, mas informando a minha impossibilidade de participar.

Lembro que fui ao primeiro aniversário de “Tatuga”, uma festa muito bonita e divertida no salão de festas do prédio de Vivi! Lembro de ter ficado até o final da festa para ajudar na arrumação, no pocar dos balões infláveis e no transporte da família Ripardo Almeida para casa. Ainda com pique, na mesma noite, ainda acompanhei a abertura dos presentes (mais por Mikie que por João Pedro)! O presente que dei: uma console de carro com volante, chave, câmbio e buzina! Creio que ele gostou, pois ele era uma criança muito forte e o brinquedo não durou muito.

Lembro de certa vez que Mikie me contou que “Tatuga” estava fazendo terapia, pois estava com comportamento reativo à escola. Mikie contou que, dentre outras coisas, os colegas de João rimavam seu nome com adjetivos pejorativos: João Bobão, João Peidão, João Feião, etc.

Lembro que, sabendo disso, procurei chamar ele de chara e de dizer a ele que ter o nome João era massa, pois João rima com um monte de coisa legal: João Fortão, João Bonitão, João Inteligentão, etc. Disse a ele que também quase ninguém me chamava de João. A maioria dos meus amigos me chamam de Johnny.

Por muito tempo na faculdade (Ruy Barbosa) eu só usava cadernos do Johnny Bravo, tinha (e ainda tenho) adesivo do Johnny Bravo no meu carro, tenho chaveiro do Johnny Bravo (obrigado à Cathy) e até uma estatueta do Johnny Bravo que ganhei de Teteu!
Pois bem, Mikie me mandou uma resposta por e-mail dizendo que eu não deixasse de ligar pra João Pedro no dia do seu aniversário, porque ele tem boas lembranças de mim e diz que quer que os amigos dele também o chamem de Johnny, “igual a Tio Johnny!”...

Claro que vou incrementar essa influência! Não pela “marca” deixada, mas pelo bem de servir de exemplo, bom exemplo, para uma criança fantástica como “Tatuga”!

(Obs.: esse post foi originalmente escrito à mão enquanto eu esperava (por três horas) ser atendido na Receita Federal para depois o cara que me atendeu dizer que eu não precisava ter pego a tal fila, bastava me dirigir diretamente ao sexto andar do prédio! Ele foi transcrito para o blog na madrugada do dia 6/Junho)

27 abril 2008

Uma "obrada" na arte

Um belo dia estava eu com os outros “donos do sindicato” e Faichaum na Cia da Pizza, quando reparamos algo de entranho numa obra de arte que estava pendurada na parede ao lado da mesa onde estávamos:



O que nos chamou a atenção inicialmente foi o fato de que a bandeira do Brasil estava “de lado”. Foi então que notamos que as bandeiras da Alemanha, de Portugal e da Espanha estavam giradas. E mais, segundo a nossa teoria, o que achávamos ser a bandeira da França era na verdade a da Holanda, e a da Holanda (que achávamos estar de ponta-cabeça) era a da França!

Fazendo uma investigação mais apurada, percebemos que cada tela quadrada que representava uma bandeira não estava presa às outras. Ou seja, a única coisa que ditava o posicionamento dos quatros era a imagem do jogador. Que não estava tentando dar uma de beque grosseiro e cabecear a bola com o pé tão alto. Na verdade, ele estava era tentando dar uma bicicleta!



Olha como as bandeiras que estavam erradas ficaram logo corretas!

Imaginamos que depois da limpeza, provavelmente alguém que além de não entender nada de futebol também não entendia nada de bandeiras de países teve que recolocar os quadros no lugar!

Ao menos, tal atitude gerou frutos! Demos boas risadas discutindo a “obrada” de arte que fizeram com o quadro.



Para aqueles que quiserem conferir, o quadro fica no salão que fica após a entrada dos banheiros.

03 dezembro 2007

RiSE Summer School on Software Reuse

Estive em Recife do dia 29/Nov ao dia 02/Dez no RiSE Summer School on Software Reuse, a convite da área de RH da CPM Braxis para fazer uma breve apresentação sobre a CPM Braxis e sobre uma ferramenta que ela desenvolveu e usa em sua fábrica de software para aumentar a produtividade da codificação.

A viagem foi legal e nela tive a companhia de velhos e novos amigos. Tivemos tempo (e disposição) para alguns passeios (todos à noite, nada de praias) por Recife e Olinda.

Quanto ao aspecto do seminário em si, achei interessante poder assistir a seis diferentes pontos de vista sobre reuso em engenharia de software, por pessoas bem distantes de nosso mercado (foram dois palestrantes europeus, três norte-americanos e um canadense).

Seguem algumas fotos:








18 novembro 2007

Metal: A Headbangers Journey

Procurando o que ir assistir no cinema, me deparei com o anúncio do filme "Metal: A Headbangers Journey".

Como (não nego) gosto muito de Heavy Metal (já gostei mais e já fui mais assíduo com o gênero também), fiquei insigado e fui conferir.

O filme é um documentário, elaborado por um headbanger que também é antropólogo por formação acadêmica e ele procura justamente mostrar o Metal (e suas derivações) sob a ótica de um antropólogo, passando por origens, influências, cultura e religião.

O filme é bom, mas tenho que discordar do Cineinsite que classificou esse filme como "O mais completo documentário sobre o Heavy Metal...". Pra ser o mais completo... Ai tinha que ser uma série no History Channel, porque só aqueles anos 60 e 70 deixaram histórias que até Deus dúvida que tenham realmente acontecido!

08 novembro 2007

Este post é para nossa querida Bianca!!!

Bibes,

Finalmente, depois de mais de um ano, tomamos vergonha na cara e abrimos o presente que você havia enviado (os quatro copinhos de tequila).





Imaginamos que você não saiba o que seja a "Dança do Siri". Então sugerimos a você que invista um pouco de tempo no YouTube procurando por vídeos da "Dança do Siri" para poder entender do que se trata.

Beijos saudosos de nós que te amos INCONDICIONALMENTE,

Johnny, Teteu, Dinho e Mi.