30 janeiro 2009

Espanhola

Esse é um post que deveria ir pro bolodório!!!

A pedido de um amigo de Salvador, gastei um pouco de tempo por aqui fazendo uma pesquisa sobre um assunto no mínimo curioso: o porque de existir uma posição de prática sexual chamada ESPANHOLA!

Pra quem não sabe, a Wikipedia ajuda:

Espanhola (também conhecido como espanholada) é o nome dado a uma técnica sexual em que o sexo ocorre com um parceiro sem que haja penetração. Nesse ato, o homem aloja o pênis entre os seios da mulher, onde este é, então, estimulado por meio de movimentos ascendentes e descendentes. Às vezes, a relação é facilitada com a utilização de um lubrificante íntimo.

Quando o homem ejacula, o sêmen pode cair nos seios, no rosto, no pescoço ou na boca da mulher. A forma como o sêmen cai na caixa torácica, no pescoço ou nos ombros da mulher inspirou o outro nome dado a esse tipo de prática sexual - colar pérola.

Em alguns casos, este ato pode ser combinado com o sexo oral, em que a mulher inclina o rosto para frente e estimula o pênis. Trata-se de manobra mais facilmente executável com um pênis mais longo, seios maiores ou com uma parceira com um corpo mais flexível. Nesse caso, quando o sexo oral é executado, são a base do corpo do pênis e os testículos que recebem estímulos pela fricção com os seios, sendo a glande estimulada pela boca.

Essa prática é também conhecida como "espanhola" em países como a Itália. Na Espanha, porém, tal prática sexual é denominada "cubana".


Em inglês, chama-se mammary intercourse (tecnicamente) e coloquialmente pode ser chamada de titfuck ou titty fuck nos EUA,bem como tit wank ou French fuck no Reino Unido.

Nos países de língua espanhola é chamada chaqueta rusa, francesa ou turca.

Em francês: branlette espagnole ou cravate de notaire.

Resumo de uso em países:

Itália: "spagnola", "cravatta del notaio"
Espanha: "cubana"
França: "italienne", "branlette espagnole", "Mazophallation", "cravate du (ou de) notaire"
Polônia: "miłość hiszpańska"
Reino Unido: "tit-wank","diddy ride","bunny rub", "Dutch fuck", "Bombay Roll"
Austrália: "hot-dogging"
Estados Unidos: "French roll", "Russian", "breastjob", "titjob", "tit/titty-fucking", "boob sex", "boob fucking", "Dutch fuck"
Portugal/Brasil: "Espanhola"
Alemanha: "Mammalverkehr", "Tittenfick", "Spanisch", "Spanische Krawatte","Notarkrawatte", "Busen-Sex"
Japão: パイズリ ("Baisuri")
China: 乳交
Grécia: "Ispanikó"

Mas, enfim, porque "espanhola"? Bem, acredita-se que as mulheres espanholas tenham naturalmente os seios em tamanho apropriado para esse tipo de prática! ;)

10 janeiro 2009

Será que tem tanto mané assim por aqui?

Morando em Barcelona, tive conhecimento da existência de um livro chamado “Manual do Mané: Guia de Auto-Ajuda para o Homem Que Vacila”.



Tirei isso de um site:

VERDADE universal número zero: todo homem tem medo de mulher. Mais do que isso: todo homem tem verdadeiro pavor de uma mulher que demonstre estar apaixonada por ele. Se as mulheres entendessem (mas entendessem mesmo) esse pavor íntimo que nós, homens, sentimos ao farejar uma torrente emocional feminina prestes a nos arrastar a suas profundezas, muitos de nossos comportamentos (nossas fugas, basicamente) seriam compreendidos por elas.

Fuga. Todo homem tem traçada sua rota de fuga dos tentáculos femininos. Se somos ceróis, cafajestes insensíveis, comemos as mulheres e saímos fora sem dar maiores satisfações. Se somos manés cheios de escrúpulos, não comemos ninguém, ficamos no cinco-contra-um (justiça com as próprias mãos, id est, punheta) e depois vamos jogar mais uma partida de Doom 2 no micro. Mas ambos - ceróis e manés - no fundo estão fugindo das mulheres. Conservando intactos seus universos infantis, narcisistas e egocêntricos. Todo homem é um garoto de quinze anos que quer continuar a ser indefinidamente um garoto de quinze anos. E todo homem tem um lado que odeia as mulheres e suas torrentes emocionais, pois elas sempre, sempre insistem em nos puxar para a vida adulta e a maturidade.

Isso não está explicitado no livro Manual do Mané - Guia de Auto-Ajuda para o Homem Que Vacila, mas pode ser depreendido de sua leitura. Por trás de sua superfície engraçada, o livro revela verdades psicológicas profundas e bastante sérias - se se quiser tomá-las a sério - sobre a psique masculina.

O livro é estupendo na caracterização que faz desses dois tipos, o mané e o cerol. São tipos bastante elucidativos sobre o que os homens são. O mané, na definição do livro, é aquele cara que vacila ante a mais óbvia sugestão que uma fêmea lhe dá de que toparia ser catada por ele. Quando isso acontece, ele é tomado pela síndrome de tecla pause - fica paralisado, aterrorizado, incapaz de agir. E, se tenta agir, faz cagada. Diz coisas inconvenientes, faz piadas bobas, carboniza irremediavelmente o próprio filme. E depois chora sobre o leite derramado. Em suma, o mané, embora adore, idolatre, seja fanático por mulher, é um ser completamente destituído de timing para se relacionar com o sexo oposto.

"O mané é antes de tudo um fraco. Ele sabe que não pode ligar, mas liga. Ele sabe que não deve mandar flores, mas manda. (...) Até por isso, na fornalha do destino existe uma fila de tragédias prontinhas esperando por ele. São tragédias várias. Mulheres mancas dizendo não. Banguelas rindo e fazendo o sinal de jóia ao contrário. E por aí vai."

Meu amigos, familiarizados com a situação, me recomendaram a leitura. Na verdade, todos leram e se identificaram de alguma forma.

Já que vim a Salvador, resolvi comprar o livro. Rodei pelos principais shoppings da cidade (Barra, Itaigara, Iguatemi e Salvador), passando por todas as livrarias. Todas elas têm o livro em seu catálogo, mas nenhuma possuía exemplares disponíveis.

Fui então buscar o livro na Internet... Submarino, Americanas e Siciliano não possuem o livro no catálogo, e na Saraiva: "Disponibilidade: Produto em falta. Previsão de Entrega: Não disponível."

Será que tem tanto Mané assim por aqui???

01 janeiro 2009

Reveillon em Salvador



Escrever no blog, um meio utilizado por mim basicamente para a comunicação com minha família sobre a virada de ano que passei com eles soa até um pouco estranho... Mas é que família não é somente aqueles que temos parentesco de sangue! Parte do que considero família ficou lá do outro lado do Atlântico, e eles também costumam ler isso aqui.

A viagem para Salvador foi tranqüila. Apesar da TV de minha poltrona estar quebrada, não fiquei de “saco cheio” porque dormi quase toda a viagem... É nisso que dá ficar jogando xadrez durante a noite da véspera da viagem!

Desde o aeroporto, festa da família! As caras quando me viram foi algo inimaginável!

E ao chegar em casa, abará e acarajé à mesa!!! Que maravilha!!!

Toda a família dos “Dias Lima Gramacho” (exceto Gabinha e Gilsons) estava reunida para o reveillon.



A pessoinha que eu mais tinha curiosidade de rever era meu sobrinho mais novo, o “Quiquitão”! Que figura! Andando pela casa e entrando num cômodo cheio de gente conversando e gritando: “Ói eu!!!” Cresceu bastante, mas não me estranhou.



Finalmente, também, conheci Ivan, o “namorado” da minha mãe! Gente boa, figuraça! Dona Ana tinha uma foto dos dois da formatura de engenharia dele... Mais de 50 anos atrás!



29 dezembro 2008

Neve na Catalunha



Pegamos o Scenic alugado e apontamos o GPS para La Molina.



Fizemos uma escala em Montserrat, mas devido à queda de algumas pedras da montanha e do vento, o monastério estava fechado.

Na estrada, o termômetro do carro só fazia diminuir... 3 graus, 2 graus, 1 grau... E, depois de passar por um túnel de 5 km de extensão, Zero! E neve! A paisagem mudou completamente para BRANCO!

Estávamos Eduardo, Renatinha, Rui, Grazi e eu, sendo que desses, somente Edu e eu já conhecíamos neve.

Para nossa sorte, ao chegarmos em La Molina, além da neve acumulada, começou a nevar!



Saímos de La Molina em direção à região dos vulcões (Olot/Besalu) por uma estrada que bordeava as montanhas. Chegamos a 1800 metros de altitude, com temperatura de menos três graus centígrados e paisagens de florestas de pinheiros cobertas de neve! Sem sombra de dúvidas uma experiência inesquecível.

A preparação...

E o resultado!

22 dezembro 2008

Uma vida um tanto diferente em Barcelona

A rotina mudou. O dia que era longo agora está mais curto. Não, não estou falando da chegada do inverno... Estou falando da chegada de Grazi, minha namorada!

Desde que começamos a sair, parece que os dias ficaram mais curtos, que nos faltam horas a mais para ficarmos mais tempo juntos (e olha que há quem diga que já estamos num grude danado)!

Estar em Barcelona e namorando para mim é novidade. É uma vida diferente. Certamente o uso do celular aumentou e os planos de viagem e passeios agora sempre levam em consideração a ida de duas pessoas.

Ontem saímos para jantar em Cerdanyola, um jantar de confraternização do departamento da UAB. E, pela terceira vez desde que cheguei à Espanha (mais de seis meses), usei camisa e sapato social. Certamente, se estivesse só, iria mais como o estudante bolsista que sou. Mas, para acompanhar o nível de Grazi, tive que sair mais arrumado.


Hoje, domingo, resolvi começar a mostrar Barcelona pra Grazi. Ela já está conhecendo Barcelona como residente. Sabe se locomover, pegar metrô, ônibus... Mas ainda não explorou muito a cidade como um turista (coisa que até hoje eu faço).

Levei-a, então, para uma caminhada no final da tarde começando nas Ramblas...


Passando pelo bairro gótico...




Até o Born e depois descendo até Port Vell.

Paramos para lanchar um chocolate quente com churros! Muito bom!


Ela ficou encantada com o que viu... Imaginando cenários nos lugares onde passávamos... E lembramos muito de Ana Carla (que em breve também estará por aqui)... Ela vai adorar isso!




Apesar de não ser muito fã de tirar fotos (vê se pode, uma mulher bonita como essa não gostar de ser fotografada), ela me deixou registrar um pouco do passeio.